A maioria dos escritórios sabe que precisa adotar tecnologia, mas trava na mesma dúvida: como fazer isso sem expor dados de clientes, sem ferir o sigilo profissional e sem comprar uma solução cara que ninguém vai usar. A resposta começa por trabalhar com alguém que entende o Direito por dentro — e a tecnologia também.

Adotar IA com responsabilidade

O ponto de partida não é a ferramenta, é o risco. Antes de automatizar qualquer coisa, é preciso saber o que pode e o que não pode sair do escritório, onde a LGPD impõe limites e onde o sigilo profissional fala mais alto. Consultoria para escritórios e departamentos jurídicos que querem usar inteligência artificial sem abrir mão da responsabilidade que a profissão exige.

Automatizar o trabalho repetitivo

Boa parte do tempo de um advogado some em tarefas que uma máquina faz melhor: ler e organizar grandes volumes de documentos, extrair informação de contratos e processos, padronizar peças, encontrar o que importa em meio ao que não importa. Identificação dessas oportunidades e construção das soluções — sob medida para o fluxo real do escritório, não um pacote genérico.

Avaliar ferramentas e fornecedores

O mercado de "IA jurídica" está cheio de promessas, e nem todas se sustentam. Avaliação técnica independente de ferramentas e contratos de tecnologia, do ponto de vista de quem entende o código por dentro e a responsabilidade jurídica por fora — para o escritório decidir com base no que a ferramenta faz de fato, não no que o vendedor afirma.

Não é teoria. É construção.

A diferença está nos detalhes que só aparecem quando se faz de verdade.

Modelos de linguagem treinados do zero — arquitetura própria, não ajuste de modelo de terceiros — publicados e documentados. Algoritmos de otimização escritos em Python e C. Softwares jurídicos em operação, com usuários reais. A mesma pessoa que presta a consultoria é a que escreve o código, o que significa recomendações que consideram o que é tecnicamente possível, e não só o que soa bem numa apresentação.

Produtos em operação

Software jurídico no ar.

Exemplos concretos do que essa combinação produz — ferramentas construídas do problema à solução, em uso por escritórios e empresas.

Anonimize

Ferramenta de anonimização de documentos em PDF, criada para que escritórios e empresas cumpram a LGPD ao compartilhar arquivos que contêm dados pessoais. Identificou uma necessidade jurídica real e resolveu-a com tecnologia própria.

Conhecer o Anonimize →

Detector de prompt injection

Verifica arquivos e textos antes de chegarem ao modelo de IA do escritório, identificando tentativas de manipulação ocultas no conteúdo — instruções camufladas que tentam fazer o modelo ignorar regras, vazar informação ou produzir respostas indevidas. Defesa de primeira linha para quem usa IA com dados sensíveis.

Conhecer o Detector →

Verificador de assinatura digital

Confere se um PDF foi efetivamente assinado e por quem — valida certificado, data e integridade do documento, cobrindo assinaturas de plataforma, ICP-Brasil e gov.br. Útil para contratos, procurações e peças processuais que chegam assinados eletronicamente.

Conhecer o Verificador →

Para começar

A primeira conversa serve para entender onde o seu escritório está, qual o problema mais urgente e se faz sentido trabalharmos juntos. Sem proposta pronta antes de entender o caso.

Vamos conversar →